Quero ser
a tua tatuagem...
para sempre
agarrada a ti!
MIA
20 Janº 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
memórias
Quando já for tarde
vou ligar um som
e do riso que te guardei
farei um poema de saudade
MIA
6 Janº 2010
vou ligar um som
e do riso que te guardei
farei um poema de saudade
MIA
6 Janº 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Desconstrução
Ele gostava muito dos poemas que ela lhe fazia e ficava com pena de não ser capaz de retribuir da mesma maneira, até que um dia, pegou numa pena e de repente soltou a poesia...
Nas pérolas dos teus seios
desfio um colar de respostas
para a minha paixão
e dos diamantes do teu olhar
retiro o brilho e a emoção
que ainda hoje
e ao fim de tanto tempo
fazem borboletas voar...
MIA
5 Janº2010
Nas pérolas dos teus seios
desfio um colar de respostas
para a minha paixão
e dos diamantes do teu olhar
retiro o brilho e a emoção
que ainda hoje
e ao fim de tanto tempo
fazem borboletas voar...
MIA
5 Janº2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Se eu pudesse
Se pudesse
tudo faria para despir esse manto
que a tristeza do teu olhar veste
e que torna os teus olhos ainda mais negros
Se pudesse
cristalizaria o teu riso
para continuar a ser a música de fundo
de quem se quer bem
Se pudesse
viajaria nas tuas mágoas
para levar comigo a dor
Se pudesse
teria nascido mais tarde e sem preconceito
dar-te o que guardo no peito
Se pudesse...
Mas eu só posso
ter memória dos momentos
e do desejo que nos uniu
fazer um poema de saudade.
MIA
1 Janº 2010
tudo faria para despir esse manto
que a tristeza do teu olhar veste
e que torna os teus olhos ainda mais negros
Se pudesse
cristalizaria o teu riso
para continuar a ser a música de fundo
de quem se quer bem
Se pudesse
viajaria nas tuas mágoas
para levar comigo a dor
Se pudesse
teria nascido mais tarde e sem preconceito
dar-te o que guardo no peito
Se pudesse...
Mas eu só posso
ter memória dos momentos
e do desejo que nos uniu
fazer um poema de saudade.
MIA
1 Janº 2010
Último dia de 2009
Olha meu amor
e deixa chamar-te assim
porque amanhã pode ser tarde,
leva-me a ver o mar...
Depois, bem, depois
passaremos a comprar um bouquet
lembrando a paixão
para quando me desnudares
espalhar sobre o meu corpo o desejo
Por cada pétala caída um beijo
e em cada beijo
o entrelaçar dos nossos corpos
A rodear-te a cintura
prateados anéis de noivado
e quando o teu corpo
simplesmente se fundir no meu
deixaremos acontecer...
MIA
31 Dezº2009
e deixa chamar-te assim
porque amanhã pode ser tarde,
leva-me a ver o mar...
Depois, bem, depois
passaremos a comprar um bouquet
lembrando a paixão
para quando me desnudares
espalhar sobre o meu corpo o desejo
Por cada pétala caída um beijo
e em cada beijo
o entrelaçar dos nossos corpos
A rodear-te a cintura
prateados anéis de noivado
e quando o teu corpo
simplesmente se fundir no meu
deixaremos acontecer...
MIA
31 Dezº2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sem tempo
Hoje estou sem tempo para dar o que sinto.
Vou guardar as emoções numa caixinha de cristal
e amanhã, quem sabe, arranje algum tempo para usar
o vestido que mais gosto enfeitado
com um laço vermelho no lado esquerdo do peito,
um gloss bem brilhante a disfarçar o sorriso
e uma melena solta a esconder o violeta do olhar,
porque hoje estou sem tempo até para mim...
E eu quero ainda ter tempo!
28 Dezº2009
Vou guardar as emoções numa caixinha de cristal
e amanhã, quem sabe, arranje algum tempo para usar
o vestido que mais gosto enfeitado
com um laço vermelho no lado esquerdo do peito,
um gloss bem brilhante a disfarçar o sorriso
e uma melena solta a esconder o violeta do olhar,
porque hoje estou sem tempo até para mim...
E eu quero ainda ter tempo!
28 Dezº2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Noite de Natal
Hoje poderia escrever muito e não dizer nada. Por isso mesmo, o que deixo escrito é para reafirmar que o meu Mundo nem começou nem acabou aqui.
Rodearam-me os seres que mais me amam e que eu incondicionalmente amarei até ao fim dos meus dias.
A felicidade é feita de pequenos nada e hoje fui feliz.
MIA
24/25 Dezº2009
Rodearam-me os seres que mais me amam e que eu incondicionalmente amarei até ao fim dos meus dias.
A felicidade é feita de pequenos nada e hoje fui feliz.
MIA
24/25 Dezº2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Regresso
Sabia que havia de voltar aqui
onde por mais que me perca
sempre me encontro
e cada vez mais me descubro
Percorro as entranhas
e no mais escuro de mim
vejo o que ninguém vê
leio o que ninguém lê
Dispo o manto roxo
desta asfixia passageira
balanço numa sonata de Outono
e desnudada de mim
com um simples
laço vermelho ao peito
despeço-me das mágoas
e faminta de fé
espero o Inverno chegar
MIA
10 Dezº 2009
onde por mais que me perca
sempre me encontro
e cada vez mais me descubro
Percorro as entranhas
e no mais escuro de mim
vejo o que ninguém vê
leio o que ninguém lê
Dispo o manto roxo
desta asfixia passageira
balanço numa sonata de Outono
e desnudada de mim
com um simples
laço vermelho ao peito
despeço-me das mágoas
e faminta de fé
espero o Inverno chegar
MIA
10 Dezº 2009
Dezembro
Dezembro.
É sempre assim neste mês...
Mesmo que haja sol sinto frio, desconforto
e no imenso ruído que me rodeia
um enorme silêncio
onde mergulho sem voz nem vontade.
Do folclore de luzes
mais uma vez não vai ficar nada
a não ser montes de cartão
espalhados pelas ruas
e laços coloridos desfeitos de ilusão
Em cada neon mais cintilante
viverá o mais obscuro de todos nós
e entre pragas e desaforos
juntaremos de novo quem não queremos
e em suspiros contidos
amassaremos a vontade de ser diferente
Lágrimas de falsete iluminarão
o que já não tem luz
e das velas acesas nas mesas de festa
emanará um cheiro de cera queimada
que fará lembrar cemitérios de pranto
onde jaz quem nos faz falta
Alargaremos dois furos no cinto do desperdício
beberemos até nem saber dizer basta
e quando tudo acabar
das mãos abertas de nada
sairá o desespero
sem força para agarrar o já perdido
mas quem sabe
ainda com alguma esperança
de que tudo se transforme...
MIA
10 Dez 2009
É sempre assim neste mês...
Mesmo que haja sol sinto frio, desconforto
e no imenso ruído que me rodeia
um enorme silêncio
onde mergulho sem voz nem vontade.
Do folclore de luzes
mais uma vez não vai ficar nada
a não ser montes de cartão
espalhados pelas ruas
e laços coloridos desfeitos de ilusão
Em cada neon mais cintilante
viverá o mais obscuro de todos nós
e entre pragas e desaforos
juntaremos de novo quem não queremos
e em suspiros contidos
amassaremos a vontade de ser diferente
Lágrimas de falsete iluminarão
o que já não tem luz
e das velas acesas nas mesas de festa
emanará um cheiro de cera queimada
que fará lembrar cemitérios de pranto
onde jaz quem nos faz falta
Alargaremos dois furos no cinto do desperdício
beberemos até nem saber dizer basta
e quando tudo acabar
das mãos abertas de nada
sairá o desespero
sem força para agarrar o já perdido
mas quem sabe
ainda com alguma esperança
de que tudo se transforme...
MIA
10 Dez 2009
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