Hoje????
Só mais um dia
de
AMOR
Porque
eu sou
sempre
AMOR
MIA
14 Fevº 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Luar de Janeiro
Queria cristais...
Cristais mesmo
meu amor
Mas para quê
se tenho teus olhos
olhando nos meus
Então
quero um doce
sim
um alimento
degustado
num beijo teu
E um abraço
sim
também um abraço
para tapar o frio
que a manhã vestiu
Eu
deixo-te
com um abraço
e um sorriso
e um até logo
no luar de Janeiro
MIA
31 Janº. 2012
Cristais mesmo
meu amor
Mas para quê
se tenho teus olhos
olhando nos meus
Então
quero um doce
sim
um alimento
degustado
num beijo teu
E um abraço
sim
também um abraço
para tapar o frio
que a manhã vestiu
Eu
deixo-te
com um abraço
e um sorriso
e um até logo
no luar de Janeiro
MIA
31 Janº. 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Não sou o céu
Oh
se as palavras que escrevo
fossem o pão que eu preciso...
Mas o amor
só alimenta os tristes
que vagueiam
pelas noites sem estrelas
E a minha poesia é nada
e eu não sou o céu
MIA
26 Janº. 2012
se as palavras que escrevo
fossem o pão que eu preciso...
Mas o amor
só alimenta os tristes
que vagueiam
pelas noites sem estrelas
E a minha poesia é nada
e eu não sou o céu
MIA
26 Janº. 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Temor
Temo dizer as palavras cansadas
que este povo cala em cada grito surdo
ouvido mais longe que a ventania
Temo apregoar a minha dor
quando o colectivo dói muito mais
nos olhos esbugalhados de nada ter
Temo ser feliz
no meio da infelicidade de quem não tem
MIA
24 Janº. 2012
que este povo cala em cada grito surdo
ouvido mais longe que a ventania
Temo apregoar a minha dor
quando o colectivo dói muito mais
nos olhos esbugalhados de nada ter
Temo ser feliz
no meio da infelicidade de quem não tem
MIA
24 Janº. 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
O tempo não volta atrás
Era tão cedo para amar
que te perdi no oceano
onde ondas de choque
me levaram a um cais deserto
Procurei onde nem sabia
e na procura encontrei
o que não queria...
Agora que voltaste
trazido pelos frios
que o Inverno veste
ficou tão tarde, tão tarde,
que fiquei sem tempo para ti
E o tempo nunca volta atrás!
MIA
14 Janº. 2011
que te perdi no oceano
onde ondas de choque
me levaram a um cais deserto
Procurei onde nem sabia
e na procura encontrei
o que não queria...
Agora que voltaste
trazido pelos frios
que o Inverno veste
ficou tão tarde, tão tarde,
que fiquei sem tempo para ti
E o tempo nunca volta atrás!
MIA
14 Janº. 2011
sábado, 7 de janeiro de 2012
Testamento
Se eu morrer primeiro
meu amor
veste-me de flores o corpo
onde os teus beijos secretos
fizeram nascer as manhãs
e não esqueças
duma pétala nos cabelos
que tantas vezes bordaste
antes de me adormecer
Não deixes
colarem-me o sorriso
ou que os meus lábios
percam a cor do desejo
na hora onde os meus olhos
já não cruzarão os teus
nem de todos a quem amei
Nem deixes que eu parta de ti...
Se tu morreres primeiro
meu amor
vestir-te-ei de lágrimas negras
MIA
7 Jan 2012
meu amor
veste-me de flores o corpo
onde os teus beijos secretos
fizeram nascer as manhãs
e não esqueças
duma pétala nos cabelos
que tantas vezes bordaste
antes de me adormecer
Não deixes
colarem-me o sorriso
ou que os meus lábios
percam a cor do desejo
na hora onde os meus olhos
já não cruzarão os teus
nem de todos a quem amei
Nem deixes que eu parta de ti...
Se tu morreres primeiro
meu amor
vestir-te-ei de lágrimas negras
MIA
7 Jan 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Porque sei
Se te dissessem
meu amor
que ao passar
se encheriam de pranto
os rios onde me vejo
é porque nem todas as águas
correm para o mar
e as que me afogam
são as vagas que me vestem
Se te dissessem
meu amor
que a tristeza me veste
e o ruído onde habito
é a maior solidão
abririas vezes sem conta
os teus abraços
para me perguntar
porque ainda respiro AMOR
E se te dissessem
meu amor
que o sol muitas vezes
não passa na minha rua
sei que voarias pelo equador
em busca do raio mais quente
e da luz mais brilhante
ancorados num cristal
e me levarias de novo a ver o mar
MIA
31 Dezº. 2011
meu amor
que ao passar
se encheriam de pranto
os rios onde me vejo
é porque nem todas as águas
correm para o mar
e as que me afogam
são as vagas que me vestem
Se te dissessem
meu amor
que a tristeza me veste
e o ruído onde habito
é a maior solidão
abririas vezes sem conta
os teus abraços
para me perguntar
porque ainda respiro AMOR
E se te dissessem
meu amor
que o sol muitas vezes
não passa na minha rua
sei que voarias pelo equador
em busca do raio mais quente
e da luz mais brilhante
ancorados num cristal
e me levarias de novo a ver o mar
MIA
31 Dezº. 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Quando já eras meu
Quando tu já eras meu
e eu ainda não sabia
que amar para além de tudo
era o que mais queria
arrastava os pés no teu caminho
mas não te via
ainda que o teu perfume
se cruzasse com o meu
pelas ruas onde o vento
soprava rajadas
dum amor há muito guardado
E quando o relógio parou
para que os sinos batessem
anunciando quem éramos
todas as horas começaram
a vestir-se de magia
e as borboletas voaram
como se a Primavera
tivesse de novo voltado
com as andorinhas
passeando de mãos dadas.
MIA
28 Dezº. 2011
e eu ainda não sabia
que amar para além de tudo
era o que mais queria
arrastava os pés no teu caminho
mas não te via
ainda que o teu perfume
se cruzasse com o meu
pelas ruas onde o vento
soprava rajadas
dum amor há muito guardado
E quando o relógio parou
para que os sinos batessem
anunciando quem éramos
todas as horas começaram
a vestir-se de magia
e as borboletas voaram
como se a Primavera
tivesse de novo voltado
com as andorinhas
passeando de mãos dadas.
MIA
28 Dezº. 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
E isto é Natal?
Hoje, 26 de Dezembro
continuam os duendes
os latões e os dejectos
e os barracões sem tecto
a encontrar-se no caminho
dos sem paços nem castelos
Só o Sol os aquece
e quando acaba o dia
abrem-se as noites mais frias
sem portas nem janelas
nem cortinas tingidas de lama
esvoaçando de ventania
São os dias perdidos
de Natal deserto
onde os encontros se fazem
de ruas sem palmeiras
e cartões espalhados
de oásis à espera de nada.
MIA
26 Dezº. 2011
continuam os duendes
os latões e os dejectos
e os barracões sem tecto
a encontrar-se no caminho
dos sem paços nem castelos
Só o Sol os aquece
e quando acaba o dia
abrem-se as noites mais frias
sem portas nem janelas
nem cortinas tingidas de lama
esvoaçando de ventania
São os dias perdidos
de Natal deserto
onde os encontros se fazem
de ruas sem palmeiras
e cartões espalhados
de oásis à espera de nada.
MIA
26 Dezº. 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Azul celeste
Quando a luz se apaga
acende-se o fogo
que queima o destino
embrulhado de cetim
Ficam as cinzas
manchadas de pecado
que uma corrente de ar
levará para lá da janela
aberta de imaginação
tornando as noites frias
em dias quentes de Verão
O amanhecer
vestir-se-á de azul celeste
MIA
17 Dezº. 2011
acende-se o fogo
que queima o destino
embrulhado de cetim
Ficam as cinzas
manchadas de pecado
que uma corrente de ar
levará para lá da janela
aberta de imaginação
tornando as noites frias
em dias quentes de Verão
O amanhecer
vestir-se-á de azul celeste
MIA
17 Dezº. 2011
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