sábado, 27 de agosto de 2011

cavaleiro andante

Oh, meu doce
cavaleiro andante
que me inquietas o sono
quando bates à janela
e foges para que te não veja

Desapareces
por praias lusitanas
cheias de aromas e sol
beijado pela areia
que não é a minha boca

Oh doce cavaleiro
como tenho ciúmes do mar
onde mergulhas
e te abraça o corpo
como se fosse o meu

Queria ser nau e partir
e amanhã bem cedo
esperar-te junto ao cais
ainda adormecida
na ânsia do teu beijo
para me acordar...

MIA
25 Agosto 2011

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